Se te dissessem que o meu coração é tão puro quanto aquilo
que te digo, saberia que não irias acreditar.
O que os teus olhos veem é aquilo que não querem ver, é o
que te dizem, é o que tu sentes.
E eu não te posso julgar, nem te posso provar aquilo que não
vês, aquilo que não sentes, aquilo que não ouves.
A única esperança que me resta, que é tão forte quanto a
crença no nosso futuro, é de que no fundo de ti haja um palpite, um “what if”,
uma luz que te permita acreditar nas palavras e nos olhares que te deixo.
Nunca os meus olhos serão tão sinceros como quando proferida
a palavra amo-te diante dos teus.

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