Tudo o que existe ou é para nós, começa por se formar de uma nesga de real. A seguir vem o abstracto que dura, perdura e faz do que vemos aquilo que queremos. Uns dias mais umas nesgas. Juntando umas peças... E pronto. Percebemos, às vezes, que o que criamos está a milhas do que é, do que foi ou do que significa.
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