
Somos aquilo que somos, que pudemos ser e nos deixaram ser. Somos mais e mais por dentro, não importa o que nos deixam ser ou que conseguimos realmente ser. Somos na mesma. Vamos ser, mesmo que não sejamos ou não consigamos ser. Estamos presos a este nosso ser, não incomoda que os outros pensem que conseguem que nos deixemos de ser. Nós somos. E somos tudo isto, isso e aquilo e mais que houver, não importando o que somos realmente , ou o que vemos que somos ou o que vêm que somos. Somos simplesmente sem fim, vezes e vezes e mais vezes, como um vicío puro na sua essência de ser...

